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Teatro das Figuras e Galeria Trem acolhem exposições de fotografia

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04 de fevereiro de 2016

Serão amanhã, dia 4 de fevereiro, inauguradas em Faro duas exposições, uma no Teatro das Figuras, às 18h00 e outra na Galeria Municipal Trem, às 19h00.

 

A primeira, intitulada “Sete Círculos”, da autoria de Pedro Campos Costa e Eduardo Costa Pinto, começa por ser um livro sobre Lisboa, que pretende questionar os limites da cidade contemporânea. Será também um conjunto de exposições de fotografia e de vários debates no território nacional, e isso é o pretexto para criar o debate e contribuir para ele. Pensar, olhar, investigar, descobrir, especular e criar novas perspetivas sobre os limites das cidades, serão os objetivos deste projeto, que surge na sequência de um outro livro “Duas Linhas”, editado por Pedro Campos Costa e Nuno Louro em 2009, sobre a ocupação do território português e a sua paisagem. 
Pedro Campos Costa é sócio fundador da empresa Campos Costa Arquitetos desde 2007. Vencedor de diversos prémios, tem sido professor e orador em diversas universidades e editor em diferentes revistas de Arquitetura em Portugal e Itália. Eduardo Costa Pinto é licenciado em Arquitetura Paisagista e tem colaborado com diversos ateliers, em Portugal e Itália. Com o Centro de Arquitetura de Milão, ACMA, participa desde 2009, na qualidade de tutor e tem realizado várias comunicações em diferentes Universidades, sobre temas como “Cidades Dinâmicas”, “Paisagens Circulares” ou o conceito de “Infraestrutura Verde”.
A exposição tem entrada livre, sujeita à lotação do espaço, e estará patente até ao próximo dia 04 de junho.

 

“Spaces”, a segunda exposição, que terá lugar na Galeria Municipal Trem, com inauguração às 19h00, tem a assinatura do artista Rodrigo Bettencourt e é promovida pela Universidade do Algarve, através do CIAC, e pela Câmara Municipal de Faro, contando com curadoria da Licenciatura em Artes Visuais.
Esta mostra de fotografia tem como ponto de partida a ideia do momento criativo, o momento e o lugar onde nasce a obra de arte. Assim, o artista tenta fugir ao retrato, que é um instantâneo, pois interessa-lhe mais um momento prolongado no tempo. De acordo com Rodrigo Bettencourt, este momento, estes gestos não têm idade, nem peso, nem mesmo forma precisa, mas têm ambiente, luz, e parecem nunca acabar. Como se o artista estivesse a vida inteira a fazer o mesmo, com resultados diferentes. 
Rodrigo Bettencourt é formado em Pintura, Desenho, Restauração, Fotografia e Vídeo e participou em várias exposições individuais e coletivas, tendo sido premiado por alguns dos seus trabalhos.
Esta exposição estará patente ao público até dia 9 de abril, podendo ser visitada de terça-feira a sábado entre as 11h e as 18h.

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