A exposição convida-nos a ouvir a mensagem que os cidadãos romanos de Ossonoba nos legaram através da escrita na pedra, onde podemos descobrir desde sentimentos íntimos a dedicatórias oficiais da Respublica Ossonobense aos imperadores.
O Mosaico do Oceano (séc. II/III d.C.) é um objecto de extrema importância para o conhecimento da cidade de Ossónoba (Faro), pois veio comprovar a existência de uma área comercial na cidade extra-muros. É uma prova da vitalidade económica, comercial e social da cidade no século III d.C..
Os objectos expostos provêm da cidade islâmica de Santa Maria (Faro); em termos museográficos optou-se por simular os espaços de uma casa islâmica, integrando-os para uma mais fácil compreensão. A cronologia dos objectos situa-se entre os séculos X e XIII.
Magnífico conjunto de 63 pinturas que mostram a vitalidade do Bispado do Algarve e dos mais cultos Mecenas Algarvios. Obras do séc. XVI ao XIX, com estilos artísticos desde o Renascimento, passando pelo Barroco, Rococó e Neoclássico.
A exposição contém peças desde o brasão municipal, que recorda a lenda de Santa Maria, aos brasões reais que percorrem os tempos de reis e rainhas, ou ainda os emblemas de apelidos que fizeram carreira importante na vida militar ou religiosa.
As lendas, recolhidas por Ataíde de Oliveira no final do séc. XIX, serviram de inspiração ao pintor Carlos Porfírio em meados do séc. XX. O imaginário das mouras encantadas sobreviveu até aos nossos dias.
Município de Faro